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20/04/2011
Escrito por em Análises | 24.682 Leituras

Quem nos visita regularmente não precisa de muito para se aperceber que a grande maioria dos nossos leitores é do sexo masculino e que, por consequência, a partir de uma determinada idade queira-se ou não os pêlos na cara começam a emergir, ao que vulgarmente também se conhece por barba. Parece este início de artigo estranho, mas já vão entender o porquê, pois penso ter sido com base nessas premissas que a Gillette que baseou ao contactar-nos para testarmos a nova Gillette Fusion ProGlide.

É certo que o assunto parece fugir um pouco ao nosso tema, a tecnologia e afins, mas este artigo surge no sentido informativo, não patrocinado (infelizmente), referindo-se à qualidade das lâminas incluídas com a nova tecnologia que permite obter lâminas mais finas, o que acaba por se reflectir na suavidade do corte – ou como eles dizem “desliza”. Como homem de “barba rija” que sou lancei-me à aventura e aceitei o repto com agrado, pois confesso que pela barba farta e pela profissão que tenho sou “obrigado” a fazê-la todos os dias o que nem sempre é do meu agrado, somente pertencendo ao clube dos Homem Lixa ao fim-de-semana.

Assim, o estojo que me foi enviado composto pela máquina da barbear, gel de barbear e um creme hidratante, foi o meu tubo de ensaio para poder experimentar. A Gillette promete um barbear diferente e a experiência não ficou muito longe dessa promessa. Não foi mais rápido, nem mais lento, foi mais suave do que o habitual e com o resultado pretendido: cortar os pêlos da cara mas de forma mais suave, tendo em grande parte contribuído para esta suavidade, além das làminas mais finas de corte, o facto de a máquina que a Gillette nos enviou possuir um motor vibratório que ajuda bastante nas passagens e repetições que vamos efectuando.

Para finalizar, o creme hidratante, apesar de não ser o meu favorito, nota-se perfeitamente a sua acção no pós-barbear deixando a cara macia e hidratada, tal como deveria.

Pontos Negativos: ao possuir uma lâmina tão fina a durabilidade e qualidade da mesma deixa de ser extensa, sendo necessária a mudança de cabeça da máquina em menor tempo. O custo das recargas, à semelhança da “irmã” Gillette Power Fusion, a que uso no meu dia-a-dia, é demasiadamente exagerado. Tudo isto para nem falar do preço de todo o conjunto que, na minha opinião está demasiado elevado, mas é uma questão de se ir procurando pelas superfícies comerciais.

Pontos Positivos: com ou sem espuma, com ou sem gel de barbear, no meu caso fazer a barba deixou de ser um problema matinal, tendo notado a suavidade com o pêlo da barba era eliminado.

Em resumo, quem já usa para se barbear (ou depilar) qualquer máquina Gillette não precisará de ir a correr muito ao supermercado mais próximo para adquirir esta nova versão. No entanto, na altura de escolher uma máquina nova ou quem vai pela primeira vez escolher uma máquina esta pode ser perfeitamente uma boa opção, pois este é, na minha opinião, um bom produto, que está muito bem concebido.

Este artigo foi escrito por em 20 Abr, 2011, e está arquivado em Análises, Gadgets. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site.

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11 comentários em “Testamos a nova Gillette Fusion ProGlide: só para homens de barba rija”
  1. mas continuo na duvida se devo trocar a minha Gillette Power Fusion por esta :D

    • pessoalmente, tal como digo no artigo, penso não ser necessário ir a correr muito ao supermercado, mas que há diferenças lá isso há. se calhar, para quem começa a dar os primeiros passos na arte de fazer a barba, esta é uma MUITO boa solução.

    • Eu acho que li que as laminas da fusion power davam na proglide.

  2. Joáo Augusto diz:

    E as laminas desta nova Gillette não são compactiveis com a maquina da Fusion? Penso que ja desde a Mach 3 que a maquina é basicamente igual o que muda são as laminas. Ou será que existem diferenças nas maquinas para além das cores.

  3. José Moreira diz:

    O que é que a Gilette tem a ver com a informática?
    PS: eu uso máquina eléctrica Phillips 3.5 wireless com 1200Gb de memória a 4000 hertz.

    • exactamente o que eu disse à menina da Gillette que me contactou, mas como aquilo mais parece um gadget que outra coisa testei e como gostei do resultado, tendo em conta o nosso público e podendo esta ser uma boa dica, decidi publicar.

      de todas as formas, penso ter sido claro logo no segundo parágrafo e cito “É certo que o assunto parece fugir um pouco ao nosso tema, a tecnologia e afins, mas este artigo surge no sentido informativo, não patrocinado (infelizmente), referindo-se à qualidade das lâminas incluídas com a nova tecnologia que permite obter lâminas mais finas, o que acaba por se reflectir na suavidade do corte – ou como eles dizem “desliza”.”

  4. Boas!

    Ora aqui está um artigo que não esperava ver neste site…hehe!
    Pois para quem tem que lutar diariamente com este assunto, antes de sair à rua, considero uma excelente info. Parece que o preço da coisa/desgaste é que não ajuda.
    Uma boa dica Mario, obrigado!

    • obrigado e sempre às ordens…também achei arriscado o tema, mas pensei se somos um site de dicas tecnologias e esta máquina está cravada delas porque não?

  5. Caraca que isso Gillette Power Fusion ?? Aki no Brasil ainda usamos o Mach 3, acho ele bom. A pior coisa e aquelas maquinas de barbeador aquilo so faz merda, acho uma porcaria comprei e joguei meu dinheiro fora. Voltei para o barbeador a mao. Desculpa pelo erro de Portugues.

  6. F. Gracia diz:

    Muitos parabéns pelo artigo, a opinião acabou por me influênciar. É bom ver que por aqui se dão dicas um pouco de tudo.

    Ainda há gente que faz um bom trabalho em Portugal. Obrigado pela oportunidade.

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