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05/05/2010
Escrito por em Notícias | 3.339 Leituras

O RapidShare, serviço de alojamento directo de ficheiros, bem que pode respirar de alívio, pois o Tribunal alemão de Recurso de Dusseldorf acaba de revogar uma sentença sobre a violação de direitos de autor. A acusação vem de um processo iniciado pela Capelight Pictures, uma empresa de alugues de vídeos.

Poderá estar assim aberto um precedente jurídico histórico, pois o juiz do Tribunal de Recurso de Dusseldorf considerou que o RapidShare é absolutamente legal e entende que pouco se pode fazer para impedir que os utilizadores enviem conteúdos protegidos por copyright para os seus servidores, o que torna tudo muito mais fácil para o serviço de alojamento.

É óbvio que podemos entender que nem tudo está claro no mundo da justiça, pois se para uns «tanto é ladrão o que rouba como aquele que fica ao portão» para outros nem por isso, como é este exemplo o caso. Na minha opinião, penso que será questão de tempo até alguém revogue, de novo, esta sentença, pois assim tem ditado a experiência, pois de outra forma o Pirate Bay ainda estaria operacional!

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19 comentários em “RapidShare não é responsável por infringir direitos de copyright”
  1. Pedro Mac diz:

    O pirate bay ainda está operacional!!
    Julgo que a analogia com o «tanto é ladrão o que rouba como aquele que fica ao portão» é completamente descabida! Para já porque com esta comparação é logo colocado o rótulo de “ladrão” ao rapishare, depois quem “fica ao portão” esta a participar conscientemente no acto já o rapidshare limita-se a alojar ficheiros de terceiros sobre os quais é praticamente impossível controlar o conteúdo.

    • para evitar qualquer falácia escrevi “…para uns «tanto é ladrão o que rouba como aquele que fica ao portão» para outros nem por isso…”, mas mesmo assim não foi bem entendido.

      de qualquer das formas, faço a pergunta: se o Rapidshare ou outros semelhantes não tivessem conteúdo que viole conteúdos protegidos por copyright, será que tinham tanto sucesso?

      quanto ao piratebay, de facto está operacional, mas não da mesma forma até há cerca de 2 anos atrás, correcto?

      • Pedro Mac diz:

        Seja para uns ladrão ou para outros não a comparação mantém-se pois em ambos os casos quem “fica ao portão” participa implicitamente, neste caso não tem nada a ver com isso o rapishare é um serviço para alojar conteúdo seja ele qual for, e nao vejo maneira de contornarem o facto de la colocarem conteúdo ilegal. Se um individuo abre uma conta offshore para colocar o dinheiro da venda de droga o banco tem alguma responsabilidade nisso?

        Toda a gente sabe o que se passa nesse tipo de contas será que se tudo o que se la coloca fosse legal tinham tanto sucesso?

        O piratebay continua operacional, pode ter o tracker desligado mas em que isso se traduz? Que já não e tão bom a procurar conteudo ilegal? Agora já só aparecem 20 torrents em vez de 50…

        • Pedro, talvez não o saibas, mas um banco é obrigado a denunciar um cliente se souber que a proveniência do dinheiro não é lícita…obviamente que, para não perder dinheiro nem clientes, não o fazem…tens um caso muito berrante que é o do ouro roubado pelos nazis aos judeus e vendido aos bancos suiços…casos houve em que se tiveram que fazer restituições…foi um mau exemplo!

          O Rapidhsare não é excepção, segundo alguns analistas europeus, e se seguirmos a corrente de tomadas de decisões noutros casos similares, o Rapidshare sabe perfeitamente que grande parte dos seus conteúdos são ilegais, dando a desculpa que não pode, hipoteticamente, controlar, o que nos dias de hoje, na era das TI é quase impensável…

          Mas se quiseres, podes continuar a achar que o rapidshare não sabe o que os seus utilizadores alojam, ao contrário de TODA A GENTE aqui do meio informático que sabe perfeitamente a forma como é utilizado esse alojamento…

          Além do mais, gosto sempre de usar expressões típicas portuguesas, e neste caso em especial encaixa que nem uma luva!!!

          • Pedro Mac diz:

            Acho que não percebeste o que quis dizer eu não tenho a menor duvida que o rapishare sabe do conteúdo ilegal seria estúpido pensar algo diferente a questão não e essa… o que eu pergunto é qual a responsabilidade do rapishare no que lá se coloca.

            Cada arma que é vendida serve para matar? ou depende do utilizador o que vai fazer com ela, não é dele a responsabilidade do uso que lhe da? Após um homicídio a policia vai investigar a empresa que faz a arma ou quem a utilizou para matar?

            O caso que referi dos bancos, o rapishare como já deves ter visto muitas vezes anula montes de ficheiros devido a conteúdo ilegal ja os bancos offshore congelar contas… E mantenho o que disse os bancos principalmente os offshore nada sofrem com o que la é feito que é bem mais grave do que o rapishare e não me parece que um caso histórico como o do ouro sirva de exemplo para todos os outros milhões de contas que la estão do qual ninguém sabe a proveniência do dinheiro. E já agora como seria possível por exe um banco na suica saber como a pessoa x que vive no pais y ganhou aquele dinheiro, para alem do que será da sua responsabilidade investigar isso?

  2. o pirate bay *está* operacional

  3. José Gomes diz:

    Mas o pirate bay ainda está operacional!

  4. Eles podem derrubar 1,mas depois sobem 10. :)

    É como aquele ditado que diz:

    -Rei morto,rei posto.

  5. Esclarecendo confusões:

    O Pirate Bay não está operacional!!! O Tracker foi desligado.
    O Site: indexador de arquivos .torrent esse sim é que permanece funcional.
    Mas o problema foi sempre com o tracker e não com o site.

    Espero ter sido esclarecedor.

  6. Eu tenho um filme, divido-o em 7RAR’s com password e coloco no Rapidshare. Como é possível eles saberem o conteúdo? Impossível.

    • muito fácil: vais vigiando o tráfego gerado e a respectiva proveniência…depois é uma questão de lógica, não?

      • Lycanthrope diz:

        Er… +/- Mario. O que tu estas a indicar é uma forma de suspeitar de ficheiros ilícitos… não é obrigatório que seja um ficheiro ilicito caso esteja a ter muito tráfego. Apenas aumenta a suspeita.

        Cumps

  7. Vitor Lima diz:

    Não sou advogado nem juiz mas acho que questões de lógica e suspeita não servem para condenar ninguém.
    Cumps.

    • sim, claro que não, mas também não estamos a condenar ninguém, mas que existem (bons) métodos para controlar se zips e rars contém material que viola direitos de terceiros, lá isso existe, senão o youtube estaria lotado desse tipo de material e mesmo assim eles vão vigiando a coisa, de forma melhor ou pior!

      • Lycanthrope diz:

        Até que concordo contigo, mas é preciso diferenciar, por exemplo, o Rapidshare e o Youtube. Sendo que é mais fácil eliminar videos/ficheiros ilicitos no Youtube. Passo a explicar:

        No Youtube quando se faz um upload de (exemplo) um filme… para que ele seja visualizado por muita gente tem que ter referência ao filme no nome do video ou então pouca gente o vai ver né? Exemplo cómico: querias ver o Terminator 3 HD no youtube e até existia mas tinhas de procurar pelo nome: Antonieta a lavar o chao de carro… era difícil ires parar ao filme né?

        Nos rapidshares e afins, tal não acontece. Basta num blog estar os links para o ficheiro e depois o nome do ficheiro alojado chama-se: xjt&789=754/*… assim é mais dificil de apanhar né?

        Confesso que o que disseste para suspeitar de actividade ilicita é um bom começo, mas não é obrigatório. Aliás, esse método será o principal método que a policia vai utilizar para apanhar os downloads ilegais: quando virem que determinada pessoa tem um trafego muitissimo elevado, então investigam para ver que downloads é que anda a fazer.

        Concordas?

        Cumps

        • esse é o meu ponto desde o início. o youtube é apenas um exemplo de vermos como é possível o controlo.

          no caso do rapidshare é tudo uma questão de tráfego, depois investigar de onde está a ser reencaminhado o que não será dificil de concluir, ou apanhar, o site/blog pirata que está a reencaminhar e eliminar o ficheiro.

          de todas as formas, geralmente o TOS desse tipo de serviço prevê a punição do uso em casos excessivos ou desvios ao bom uso, no sei se será o caso deles, mas também podem ir por aí, pois não é normal que um ficheiro (ou um conjunto de ficheiros) recebem cliques para download dos mais variados IPs em quantidades industriais, volto a insistir, é uma questão de lógica e, cima de tudo, QUERER CUMPRIR as regras.

          • Lycanthrope diz:

            Pois, o problema é mesmo esse… o problema de forçar a cumprir as regras afasta muita clientela lol :) Mas quando a polícia tiver mesmo uma lei mais forte contra pirataria… acho que os consumos médios de internet em PT vão baixar um bom bocado :P

            Cumps

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