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16/02/2011
Escrito por em Mundo | 2.727 Leituras

Se por um lado temos a WikiLeaks a fazer divulgações documentais sobre os mais variados e bombásticos temas, por outro temos todas as empresas americanas que se sentem violadas, pressionadas, agredidas ou como sendo os próximos pontos de ataque da organização.
Ora então, no meio de tudo isto, e de guerras de palavras e de documentos, vêem-se apanhadas neste furacão a empresa de segurança HBGary e o Bank of America, que seria, supostamente, a próxima vítima da Wikileaks desvendando segredos que a muitos não interessa que se tornem públicos, como mentores de um plano para tentar destruir a credibilidade da WikiLeaks. Como? Perguntam vocês, através de um Power Point e um custo de 2 milhões de dólares, revela a associação apoiante da Wikileaks, a Anonymous.

O grupo de activistas que detalha uma estratégia, a Anonynous, revela que o plano consistia em apresentar uma série de documentos falsificados em nome da organização. Uma vez apresentados e publicados, seriam expostos como documentos falsos mostrando que tudo é uma farsa, tentando assim desacreditar a imagem do WikiLeaks e dos seus seguidores.

Mas o plano não se fica por aqui, soube-se também através dos emails desviados que os advogados da HBGary sugerem que o Banco Interamericano conduza uma política de confronto entre os muitos grupos pró-WikiLeaks, uma campanha cifrada em aproximadamente 2 milhões de dólares.

Como se não bastasse, jornalistas influentes como Glenn Greenwald e James Ball que apoiam a causa Wikileaks estão também inseridos em campanhas que os tentam desacreditar a todo o custo.

Para já, todos os envolvidos citados tentam-se distanciar da informação apresentada pelo Anonymous, ficando apenas as declarações do presidente da HBGary: “O Anonynous deve ser considerado como um criminoso. Eles demonstraram que vão atrás das empresas de segurança e de quem trabalha com o governo”.

As histórias começam cada vez mais a ficar bizarras, sendo o nível de alerta, de ambas partes, bastante elevado, levando a um final difícil de adivinhar. A única coisa que sei é que tanto a WikiLeaks como o Anonynous são um sério problema para os EUA e que tão cedo não se vão ver livres deles…a saga continua!

Este artigo foi escrito por em 16 Fev, 2011, e está arquivado em Mundo, Notícias, Websites. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site.

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4 comentários em “Plano para tentar desacreditar Wikileaks revelado pelo Anonymous”
  1. Isto faz-me lembrar a guerra online entre sites ou mesmo a guerra de quem é o melhor jogador do mundo, que não é comparável com esta saga mas todas estas situações são ridículas! E saga vai ficar mais feia quando a wikileaks ganhar o prémio nobel da paz.

  2. Chega de vivermos nesta farça… Até na Europa arranjou-se um caso para descredibilizar a Wikileaks. As “mulheres” antes violadas, que depois passou a “agressão sexual” ou a acto não desejado… E que, na primeira vez, o caso foi diferido e só depois veio outra(o) magistrado e que levou para a frente o caso. É um crime que a palavra do queixoso vale mesmo sem haver prova de facto, e o seu momento em que aparece deixam-me com muitas suspeitas.

    ————————–
    Em jeito de Offtopic, faz-me lembrar o caso das gemeas na Suiça que têm parecenças com dois casos, o da Maddie – na forma como os factos vão aparecendo, e aquele caso espanhol (dos ciganos se não me engano) em que deram a filha como desaparecida. Nestes três casos existe uma coisa em comum, a reacção das “vitimas”. Muitas semelhanças, o que me leva a querer que, infelizmente, a história não é nada como está a ser contada.
    ———————-

    Chega de sermos enganados, o Wikileaks é a inconveniencia porque assim percebiriasse (já se percebe mas “prontos”) o porque de chegarmos a estas situações de “crise”. De espirito é claro.

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    Em jeito de Offtopic, faz-me lembrar o caso das gemeas na Suiça que têm parecenças com dois casos, o da Maddie – na forma como os factos vão aparecendo, e aquele caso espanhol (dos ciganos se não me engano) em que deram a filha como desaparecida. Nestes três casos existe uma coisa em comum, a reacção das “vitimas”. Muitas semelhanças, o que me leva a querer que, infelizmente, a história não é nada como está a ser contada.
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  3. Chega de vivermos nesta farça… Até na Europa arranjou-se um caso para descredibilizar a Wikileaks. As “mulheres” antes violadas, que depois passou a “agressão sexual” ou a acto não desejado… E que, na primeira vez, o caso foi diferido e só depois veio outra(o) magistrado e que levou para a frente o caso. É um crime que a palavra do queixoso vale mesmo sem haver prova de facto, e o seu momento em que aparece deixam-me com muitas suspeitas.

    Chega de sermos enganados, o Wikileaks é a inconveniencia porque assim percebiriasse (já se percebe mas “prontos”) o porque de chegarmos a estas situações de “crise”. De espirito é claro.

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    Em jeito de Offtopic, faz-me lembrar o caso das gemeas na Suiça que têm parecenças com dois casos, o da Maddie – na forma como os factos vão aparecendo, e aquele caso espanhol (dos ciganos se não me engano) em que deram a filha como desaparecida. Nestes três casos existe uma coisa em comum, a reacção das “vitimas”. Muitas semelhanças, o que me leva a querer que, infelizmente, a história não é nada como está a ser contada.
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